Category Archives: Santos Agostinianos

São Nicolau de Tolentino

 Nicolau Tolentino teve uma visão de um imenso vale onde multidões de almas se retorciam de dor num braseiro imenso e gemiam de cortar o coração. Ao perceberem o Santo, bradavam suplicantes, estendendo os braços e pedindo misericórdia e socorro. Padre Nicolau, tem piedade de nós! Se celebrares a Santa Missa por nós, quase todas seremos libertadas de nossos dolorosos tormentos. São Nicolau celebrou sete missas em sufrágio dessas almas. Durante a última Missa apareceu-Ihe uma multidão de almas resplandecentes de glória que subiam ao céu.

Nossa Senhora da Consolação e Correia

Senhor Jesus Cristo, Vós que vos sensibilizastes ao ver: O povo sofrendo, os apóstolos cansados, os jovens desesperançados, os doentes tristes, as crianças esquecidas, os pobres oprimidos, as mulheres marginalizadas, e vos comprometestes e os consolastes exclamando: “vinde a mim todos que estais aflitos e eu os aliviarei” (MT. 11.29). Nós vos pedimos luz para imitar o exemplo de Maria a quem nós amamos e invocamos como nossa Mãe da Consolação. Fazei-nos, por ela, descobrir a forma de sermos solidários com aqueles que choram, com os pobres, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os que buscam a paz e os que são perseguidos por causa da justiça.

Santa Mônica por Santo Agostinho

Buscávamos um lugar onde nos pudéssemos instalar mais comodamente para te servir e juntos rumávamos para a África quando, chegando a Óstia, na foz do Tibre, faleceu minha mãe. Muitas coisas passo em silêncio, porque tenho pressa. Recebe minhas confissões e ações de graças, meu Deus, pelas inúmeras bondades que não menciono aqui. Mas não quero calar o que brota de minha alma a respeito desta tua serva, que me gerou na carne para a luz temporal, e no coração para a luz eterna. Não referirei suas qualidades, nem a si mesma se havia educado. Foste tu quem a educaste, nem seu pai, nem sua mãe sabiam o que viriam a ser aquela a quem geraram. A disciplina de teu Cristo e a doutrina de teu Filho único educaram-na em teu temor a Deus em uma família fiel, uma digna membra de tua Igreja.

Santo Ezequiel Moreno

Santa Rita de Cássia, Padroeira das Causas Impossíveis

Santa Rita de Cássia, exemplo de esposa, de mãe e de religiosa, padroeira das coisas impossíveis e das causas desesperadas, no dia 22 de maio é o dia em que festejamos esta grande santa. Padroeira das causas consideradas impossíveis, Santa Rita de Cássia suportou com paciência os maus tratos do marido. Após a morte deste e dos filhos, entrou para o mosteiro da ordem de Santo Agostinho

São José Operário

Hoje é dia de São José Operário!

Na história da Igreja, a data de hoje é marcada por inúmeros conflitos, e revoltas sociais, sendo cristianizada por mais de 200 mil pessoas na praça de São Pedro que gritavam: “Viva Cristo trabalhador, viva os trabalhadores, viva o Papa!”, sendo assim naquele ano de 1955 o Papa daria aos trabalhadores um modelo e protetor: São José o Operário.

SEMANA SANTA COM SANTO AGOSTINHO

Com a entrada em Jerusalém, Jesus se entrega voluntariamente à morte, de acordo com um plano que não é resultado do acaso, mas responde a um plano para a salvação de Deus: Deus permite o mal, consente com a morte do Filho por um julgamento que escapa à compreensão humana. Esse plano de salvação, que é cumprido com a sentença de morte do Filho, encontra sua antecipação na figura do Servo de DEUS um homem de dor, rejeitado e desprezado, levado ao matadouro por nossos crimes, esmagado por nossas iniquidades ( Is 52, 13-53,12). A paixão de Jesus cumpre a profecia do Antigo Testamento.

São José

São José ou José de Nazaré ou José, o Carpinteiro foi o esposo da Virgem Maria e o pai adotivo de Jesus, patrono da Igreja, das famílias e do trabalho. Protetor das ordens agostinianas. O nome José vem do hebraico Yosef,

 

 

 

 

Quaresma

Do sermão 206 de Santo Agostinho:

«Voltou o tempo  da Quaresma, no qual tenho a obrigação de vos dirigir uma exortação, porque tendes o dever de oferecer a Deus obras que estejam de acordo com estes dias do calendário. Tais obras, porém, não são úteis para o Senhor, mas para vós. Também nas outras épocas do ano o cristão se deve entregar com ardor à oração, ao jejum e a esmola; mas esta solenidade deve estimular inclusive aqueles que habitualmente são preguiçosos; e aqueles que já se entregam com esmero a tais ocupações devem realizá-las ainda com maior intensidade… A repetição anual da solenidade equivale a uma repetição do que Cristo Senhor sofreu por nós na sua única morte. O que teve lugar uma só vez na história para a renovação da nossa vida, celebra-se todos os anos para perpetuar a sua memória… Depois dos dias do nosso abatimento, chegará o tempo da nossa exaltação, não ainda no repouso da visão, mas na satisfação de o contemplar nas celebrações que o simbolizam…» (Antologia Litúrgica, 3774)

A Manifestação do Senhor

Os magos vieram do Oriente para adorar o nascido da Virgem. Esta é a festa que celebramos hoje; a ela, damos a merecida solenidade e dedicamos o sermão. Este dia brilhou pela primeira vez para os magos; para nós, retorna anualmente nesta festividade. Eles foram os primeiros frutos dos gentios, nós somos o povo constituído de gentios. A nós foi anunciado pela linguagem dos apóstolos; para eles, uma estrela, como a linguagem do céu; e os próprios apóstolos, como se fossem céus, nos proclamaram a glória de Deus [1] .