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SANTO AGOSTINHO E A VIRGEM MARIA

 

 

 

 

 

 

A Presença Real de Cristo na Eucaristia

A doutrina eucarística de Santo Agostinho logo deu margem a diversas interpretações, que continuam até os nossos dias[46]. Não vou tratar de toda essa complexa temática, mas agrupar alguns textos em torno de algumas sínteses que são seguras:

Pentecostes, o coroamento da Páscoa

O povo judeu celebrava a Páscoa, como sabeis, com a imolação de um cordeiro, que depois comia com pães ázimos. Esta imolação do cordeiro prefigurava a imolação de Jesus Cristo, e os pães ázimos, a vida nova purificada do velho fermento. […] E, cinquenta dias depois da Páscoa, este mesmo povo festejava o momento em que Deus lhe dera, sobre o Monte Sinai, a Lei escrita com sua mão, com seu dedo.

Pentecostes

“Amanheceu para nós, irmãos, o dia venturoso, em que a santa Igreja brilha nos rostos de seus fiéis e arde em seus corações. Porque celebramos aquele dia em que Nosso Senhor Jesus Cristo, glorificado pela ascensão após sua ressurreição, enviou o Espírito Santo. Assim está realmente descrito no Evangelho: O que tenha sede, diz, venha a mim; o que crê em mim, que beba: de seu interior manarão rios de água viva.

 

A conversão de Santo Agostinho

Tarde te amei,
beleza sempre antiga e sempre nova,
tarde te amei.
 
O momento da conversão na vida de Agostinho é dramático. 

Após anos de incertidão, resistência e confusão, ele encontra seu verdadeiro lar. Encontrando a si mesmo e a Deus, Agostinho encontrou a felicidade.

Gloriemo-nos também nós na Cruz do Senhor!

“A Paixão de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é para nós penhor de glória e exemplo de paciência. Haverá alguma coisa que não possam esperar da graça divina os corações dos fiéis, pelos quais o Filho unigênito de Deus, eterno como o Pai, não apenas quis nascer como homem entre os homens, mas quis também morrer pelas mãos dos homens que tinha criado?

Quaresma e Santo Agostinho

Decorra a vida presente no louvor de Deus, porque a eterna alegria de nossa vida futura será o louvor de Deus. Ninguém será idôneo para a vida futura, se de certo modo agora não se exercitar para isso. Agora, portanto, louvamos a Deus, mas também lhe suplicamos. Nosso louvor é alegria, nossa oração é gemido.

 

O coração do justo exultará no Senhor

“O justo alegra-se no Senhor e nele espera; e gloriam-se todos os retos de coração(Sl 63,11).

Acabamos de cantá-lo com a voz e com o coração. A consciência e a língua cristãs dizem estas palavras a Deus: Alegra-se o justo, não com o mundo, mas no Senhor.

A luz nasceu para o justo, diz outro lugar, e a alegria, para os retos de coração (Sl 96,11).

 

SERMÃO DE SANTO AGOSTINHO SOBRE SÃO JOÃO BATISTA

 A Voz que clama no deserto

 

A Igreja celebra o nascimento de João como acontecimento sagrado: não há nenhum, entre os nossos antepassados, cujo nascimento seja celebrado solenemente. Celebramos o de João, celebramos também o de Cristo: isto tem sem dúvida uma explicação. E se não a damos tão perfeita como exige a importância desta solenidade, meditemos ao menos nela, mais frutuosa e profundamente.

 

 

 

SANTO AGOSTINHO E OS 7 SACRAMENTOS

Agostinho foi bispo de Hipona (litoral noroeste da África). Nasceu em Tagaste (Numídia) em 13 de Novembro de 354 e morreu em Hipona em 28 de Agosto de 430. Ele é um dos mais proeminentes doutores da Igreja. Em seu ministério combateu fortemente as heresias dos Maniqueus e Pelagianos. (ENCICLOPÉDIA CATÓLICA, 1907). Neste artigo iremos analisar as passagens nas quais santo Agostinho demonstra sua crença nos 7 sacramentos cristãos.