Beato Mariano de la Mata Aparicio, presbítero

padre Mariano

 

Aumenta a cada dia a devoção a Padre Mariano OSA, muitas graças são conseguidas através de sua intercessão, todo dia 5 é celebrada missa em sua honra em seguida  é administrada bênção para os doentes e para as crianças

 

 

Nascido em uma família de simples bairro cristão da Puebla de Valdavia (Palencia, Espanha) em 1905. Três de seus irmãos, antes que ele entrou para a Ordem de Santo Agostinho (OSA). Padre Mariano estudou em Valladolid e Vine (Burgos) e foi ordenado sacerdote em 1930.

Depois de dois anos em Espanha, navegou para o Brasil, onde ele mostrou um vasto apostolado na educação e, especialmente, no cuidado diário dos pobres, doentes e crianças. Todos o chamavam de Padre Mariano
Em todas as suas atividades e serviços sempre deixou um vestígio de bondade. Era um mensageiro do amor, sempre disposto para levar aos doentes o sacramento da Unção dos enfermos, o conforto de sua presença amiga e uma palavra portadora de esperança.
Padre Mariano trouxe alegria a muitos lares, confortou muitas vidas e foi levou esperança para desanimados, abatidos e sofredores.

beato Mariano
O beato amava a natureza, cultivava as plantas com amor, emocionava-se com a beleza das flores. Era de caráter firme e generoso, coração aberto e sensível. Distribuindo santinhos de Nossa Senhora, doces e balinhas, era a alegria das crianças, dos jovens e de todos aqueles que encontravam em seu caminho. Homem de oração, manifestava grande amor à Eucaristia e à Nossa Senhora da Consolação.
Padre Mariano também foi diretor espiritual das “Oficinas de Santa Rita de Cássia”, equipes de senhoras que confeccionam, costuram e distribuem enxovais e roupas para os recém-nascidos carentes
Padre Mariano era um santo do comum. De caráter firme, mas generoso e sensível. Amigável e perto de relacionamento pessoal. Fervoroso devoto de Maria, o amor de seu sacerdócio e ministério sacerdotal, amante celebrar a Eucaristia com devoção singular.

O milagre aprovado pela Congregação para as Causas dos Santos e pelo Papa Bento XVI para a beatificação de Padre Mariano ocorreu com João Paulo Polotto, em 1996. O milagre aconteceu na cidade de Barra Bonita: o menino João Paulo Polotto, então com cinco anos, sofreu um acidente quando se soltou de sua mãe e atravessou a rua; foi atingido por um caminhão e sofreu fratura do crânio. Foi internado com parada respiratória e hemorragia cerebral, em estado muito grave. Padres e alunos do Colégio Agostiniano São José, de São José do Rio Preto, onde Padre Mariano viveu, pediram a ele em oração para que intercedesse junto a Deus e, dez dias depois, o menino era visto nas ruas da cidade caminhando e brincando, sem qualquer sequela do acidente. Os médicos não puderam explicar a imensa recuperação

Ele morreu em 05 de abril de 1983. Foi beatificado em 05 de novembro de 2006 na Catedral de São Paulo, Brasil, pelo cardeal José Saraiva Martins, prefeito da Congregação para os Santos, que apresentou o novo Beato, dizendo: “Pai Mariano era pobre com os pobres, humildes e sensíveis às crianças com os doentes e os idosos trabalhar com os alunos, os fiéis e os Escritórios Associação Santa Rita, misericordioso para com o coração contrito, puro, comunidade, pacífica família religiosa agostiniana e superar as dificuldades com oração e sacrifício, sempre se voltando para a Virgem Maria sob o título de Nossa Senhora da Consolação, até o momento em que ele deixou esta vida”.

Ele foi enterrado perto do altar de sua amada Senhora da Consolação, na Igreja de Santo Agostinho de São Paulo.

O altar em honra ao Beato Mariano encontra-se na Paróquia Santo Agostinho, na estação Vergueiro do metrô, em São Paulo – SP, ao lado do Colégio Santo Agostinho. Sob tal altar da igreja estão guardados os seus restos mortais. Lá também está sua relíquia.

Sua memória litúrgica é comemorada no dia 05 de novembro.

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